Procedimentos

Ao longo dos anos as articulações que carregam o peso do corpo (articulações de carga), sofrem um desgaste natural que pode levar a muita dor. Existem diversos tratamentos que quando utilizados de forma correta e precoce, ajudam a preservar a articulação, mas nos casos mais avançados, a substituição do quadril por uma prótese é a única solução.

A artroplastia do quadril é quando trocamos o quadril acometido por um novo. A técnica evoluiu muito nos últimos anos. Realizamos mini acesso cirúrgico e uma técnica pouco invasiva e preservadora. No dia seguinte o paciente já inicia a reabilitação física, ficando de pé, jogando o peso na articulação e treinando marcha com fisioterapeuta. O alívio da dor e o ganho de mobilidade é expressivo dando a essa técnica o título de cirurgia com maior índice de satisfação do paciente.

Podemos fazer a prótese de quadril de diferentes formas e acessos dependendo da necessidade individual do paciente. Além disso, a escolha do melhor implante depende das características físicas do paciente e experiência do cirurgião. Um cirurgião com ampla vivência em cirurgia do quadril é fundamental no processo fazendo toda a diferença no resultado final cirúrgico.

Como é a cirurgia?

Como dito anteriormente, cada paciente tem um perfil, composição corporal, e as necessidades podem variar caso a caso. De uma forma geral, podemos fazer quatro diferentes acessos cirúrgicos. Cada um tem uma vantagem e utilizamos aquele que for mais indicado ao paciente. Fazemos sempre com o conceito minimamente invasivo. Utilizamos posicionadores e instrumental especifico que permite uma cirurgia menos espoliativa, rápida, mais segura e preservadora da musculatura e tecidos adjacentes. Alguns pacientes desejam fechamento estético ímpar e para isso contamos com equipe de cirurgia plástica renomada fazendo o fechamento cutâneo com máximo resultado.

Como é a recuperação após a cirurgia:

Trabalhamos com reabilitação precoce e o estímulo físico inicia 6 horas após a cirurgia. Nossa equipe de fisioterapeutas atua melhorando o fluxo sangüíneo, drenando o edema, corrigindo a postura e respiração já nas primeiras horas após a cirurgia. Não trabalhamos com protocolos e a reabilitação é ajustada a cada perfil de paciente com um trabalho individualizado e integral. Na maioria dos casos o paciente tem alta hospitalar andando (com auxilio) e jogando carga total no membro operado sem sentir dor.

As articulações possuem um tecido de proteção chamado cartilagem articular. Essa cartilagem vai sendo “gasta” ao logo dos anos levando a exposição óssea e dor. Observamos cada vez mais esse tipo de lesão em pacientes adultos. Atletas profissionais ou amadores onde o desempenho físico acaba sobrecarregando as juntas gerando muita dor, desconforto e perda na função no membro. A articulação mais acometida é o joelho, mas podemos observar a doença no quadril e ombro também.

Possuímos um arsenal terapêutico para auxiliar os pacientes com esse perfil. O objetivo é preservar a articulação e evitar uma artroplastia futura. Uma terapia muito consolidada com ótimos resultados, é a infiltração com ácido hialuronico intra articular. Esse produto, quando utilizado com indicação correta, melhora a lubrificação da articulação, promove uma nutrição da cartilagem ainda viável, e melhora o ambiente biológico local garantindo um alívio dos sintomas e retorno a atividade esportiva sem cirurgia.

Logicamente, o tratamento é muito mais amplo e complexo exigindo um acompanhamento médico assertivo para a excelência no resultado. Um ortopedista experiente e especializado é fundamental para o sucesso no tratamento. Venha fazer uma avaliação.

Como é feito?

O procedimento é feito ambulatorialmente, com anestesia local. Em alguns casos, podemos utilizar ultrassom para escolher o melhor ponto de aplicação. Em geral, o procedimento é indolor e o paciente sente os benefícios da aplicação já nos primeiros dias. Nos casos em que fazemos na articulação do joelho, o paciente sai andando sem nenhum auxílio do consultório e não deve parar as atividades diárias. Podemos fazer mais de uma aplicação ao ano, mas seguimos critérios clínicos e farmacológicos para a escolha da freqüência e periodicidade de aplicação.

Quais os casos mais frequentes no consultório?

Observamos cada vez mais mulheres com condropatia (desgaste da cartilagem) patelar. Sentem muita dor para subir e descer escadas, sentem estalidos e crepitação (sensação de areia no joelho), podem ter muita dificuldade para agachar e descer ladeiras. Muitas vezes apresentam o sinal do cinema, uma pressão muito grande na região anterior do joelho quando permanecem muito tempo sentadas. É uma doença que pode prejudicar muito o cotidiano da mulher e trazer limitações importantes nas atividades da vida diária. Com uma avaliação criteriosa e com indicação clinica correta temos muitos casos de sucesso com a terapia.

Outra doença frequente é a artrose. Quando o processo degenerativo da articulação se encontra em fase inicial ou moderada, o paciente pode sentir muita dor e conseguimos com o procedimento, melhorar muito a qualidade de vida do doente. A medicação ajuda também na manutenção da saúde articular em médio e longo prazo podendo muitas vezes evitar artroplastias e outros procedimentos cirúrgicos futuros. Ressalto que qualquer procedimento médico, deve ser feito com critérios rigorosos clínicos e uma avaliação prévia é indispensável para o sucesso do tratamento. Estamos sempre a disposição para ajudar e avaliar caso a caso os melhores tratamentos para cada paciente.

São as próteses, elas são utilizadas quando temos um desgaste muito grande das articulações. O principal sintoma nesses casos é a dor. Porém a doença traz uma série de outras consequências que somadas podem ser ainda piores. Muitas vezes a família não percebe pois é uma doença de agravamento lento e progressivo. Limitação da mobilidade, perda da independência, necessidade de bengala, muletas, cadeira de rodas, cuidadores para ajudar a fazer as tarefas simples do dia a dia, depressão, confinamento em domicílio, exclusão social, piora da faculdade mental e agudização de demências e senilidade mental. A troca da articulação seja ela quadril, joelho ou qualquer outra é uma grande responsabilidade. Existem várias complicações possíveis, são cirurgias de maior porte, com necessidade de um preparo pré operatório e acompanhamento pós muito cuidadoso. É indispensável um cirurgião experiente com uma equipe muito técnica. Uma relação médico paciente muito assertiva e humana. Explicar todos os detalhes do procedimento, adaptações do domicílio e fases da recuperação fazem parte do processo e nem sempre é feito com tanto cuidado.

Como é a recuperação do paciente?

Trabalhamos da melhor forma e com o que temos de melhor para promover a recuperação mais precoce possível. Já no mesmo dia ou no máximo no dia seguinte a cirurgia (depende do horário do procedimento) iniciamos nosso protocolo de reabilitação. Estimulamos com técnicas especificas de fisioterapia, tiramos o paciente do leito e minha equipe clinica equilibra todos os aspectos sanguíneos e laboratoriais. Orientamos a equipe hospitalar e ficamos em contato direto acompanhando a evolução diária do paciente. Nossa alta hospitalar ocorre com muita segurança e de forma muito ágil. Dessa forma evitamos infecções e complicações secundárias e devolvemos o paciente para o seu lar e para sua família. O resultado é maravilhoso. Quando temos uma equipe altamente especializada e comprometida reduzimos muito a possibilidade de qualquer evento adverso e o paciente tem uma melhora na qualidade de vida incrível.

Como faço para fazer uma prótese com você?

Eu costumo dizer que os procedimentos de complexidade são um casamento. Iniciamos com uma avaliação no consultório. Tendo a indicação correta, iniciamos um processo que passa por uma avaliação clínica e preparo pré operatório muito cuidadoso com exames, avaliação de comorbidades, conciliação medicamentosa e um check up detalhado. Dependendo do caso e complexidade, minha equipe de anestesia faz uma avaliação pré anestésica para programação e planejamento. Na minha rotina, temos duas a três consultas antes da cirurgia, gosto de estar sempre junto, retirando dúvidas e alinhando todos os aspectos domiciliares e de cuidados ao paciente. Quando temos total segurança e o paciente está totalmente pronto para a cirurgia, fazemos o procedimento. Só trabalho com próteses importadas e as de melhor qualidade. Durante toda internação passamos diariamente até a alta. 

Basta marcar uma consulta e iniciamos esse casamento.

Quais próteses você usa?

Sempre as melhores que existem no Brasil. Gosto muito das Americanas, mas em alguns casos posso utilizar Alemães ou Francesas. A escolha da técnica e do material depende muito do paciente e só é possível afirmar após uma avaliação prévia. De qualquer forma, sempre será utilizada a melhor para o caso em questão.

É impressionante como a performance e o rendimento dos atletas vem crescendo. Com isso, naturalmente as lesões vem aumentando de forma exponencial, o corpo cada vez mais exigido acaba tendo uma incidência maior dessas doenças ortopédicas. Muitas vezes elas vêm associadas e em diferentes tecidos da mesma articulação (exemplo: ligamento e menisco do joelho, tendão com osso de inserção, menisco com cartilagem entre outros). Nesses casos, a atenção aos detalhes da lesão, individualidade do paciente, modalidade esportiva do atleta são aspectos fundamentais para a escolha do melhor procedimento e reabilitação física. Nosso diferencial é que temos fisioterapeutas específicos para cada área do corpo que cuidam do preparo físico pré operatório (ganho de arco de movimento, redução do edema e inflamação, melhoria do padrão muscular, melhora da circulação sanguínea) e utilizam no pós operatório técnicas especificas que aceleram a reabilitação do paciente. Não objetivamos só o tratamento da lesão, devolvemos o paciente ao esporte com qualidade muscular e performance física.  Nos estágios finais focamos em técnicas de propriocepção e proteção articular, isso se traduz em melhor equilíbrio e prevenção de novas lesões.

Qual a sua experiência com atletas?

Como ortopedista tive o privilégio de atuar na coordenação do departamento médico da companhia de dança Deborah Colker. Os bailarinos são verdadeiros atletas, e naqueles anos de ouro com turnês pelo mundo inteiro as lesões eram frequentes. A intensidade da profissão era enorme. Foram anos muito interessantes, primeiramente porque entendi a importância de conhecer a modalidade esportiva, o gestual, a biomecânica do esporte e o perfil do atleta para fazer a correta indicação cirúrgica e reabilitação. Secundariamente, mas não menos importante, como é imprescindível trabalhar de forma assertiva, intensa e em conjunto com outros profissionais para promover um retorno seguro e rápido para o trabalho. O atleta precisa estar praticando e aperfeiçoando o seu esporte. Ficar parado e demorar a se recuperar tem um impacto enorme sobre a carreira e pode significar a aposentadoria ou passar para “o time B” do grupo. E por último, entender o tempo correto de cada etapa. Um passo precipitado pode colocar todo tratamento em risco.

Outra experiência interessante foi no MMA e nos atletas de luta. Recebi e operei atletas lesionados em evento de Nova York, fiz segunda opinião e tratei atletas do UFC, operei atleta do One Championship e Bellator. Esses atletas são incríveis. Se superam, tem que aprender e lutar com excelência as diferentes modalidades de luta. A performance física deve ser sempre a máxima possível e são esportes de contato. Já com vivência em cirurgias e reabilitação de atletas e já com uma equipe robusta de especialistas, consegui resultados expressivos que são motivo de muito orgulho. Mais uma vez, conhecer a cinética/ cinemática, biomecânica, estudar o gestual desportivo e trabalhar com excelência na cirurgia e na reabilitação é a chave do sucesso e poucas equipes médicas dispõe desse aparato tão complexo.

Chamamos de fratura quando um osso “quebra”, perde sua capacidade de resistir a carga e deixa de dar sustentação aos tecidos e massa muscular. Quando a fratura acomete as articulações, ou seja, as juntas, elas são consideradas ainda mais graves. Isso porque é na articulação onde ocorre o movimento, possibilita o caminhar, pegar objetos e interagir com o ambiente. Casos mal conduzidos podem gerar grandes repercussões funcionais e até mesmo a sequela permanente com invalidez e perda da capacidade produtiva.

As fraturas em pacientes idosos merecem especial atenção. Isso porque são organismos mais frágeis, com metabolismo mais lento e estrutura óssea mais fraca. Na maioria das vezes são pacientes com doenças associadas e extensa lista de medicações habituais. A equipe que trabalha com esse perfil de paciente, precisa estar muito ajustada e ter muita experiência. Entender muito bem os aspectos clínicos e a fisiologia do paciente. Uma estratégia anestésica muito assertiva e técnica cirúrgica rápida, efetiva e minimamente invasiva. O pós-operatório deve ser conduzido com grade expertise e a reabilitação física muito bem orientada para conseguir os melhores resultados.

Trabalho com equipe multidisciplinar, ajustado com o mais científico, atual e de melhor qualidade em todas as etapas do processo. Pré operatório criterioso, equipe de anestesia com expertise no paciente ortopédico. Cirurgias com implantes mais modernos do mercado e reconstrução óssea perfeita. Possibilitamos e acompanhamos todas as etapas da reabilitação conseguindo os melhores resultados.

E se meu parente estiver internado, você pode avaliar e conduzir o caso mesmo em outro hospital?

Sim. Essa é uma parte fundamental do processo. Vou pessoalmente ou envio minha equipe até o hospital que o paciente está internado. Avaliamos condição clínica. Interagimos com a equipe do hospital e trabalhamos em conjunto. Fazemos a leitura do prontuário e avaliação das imagens traçando o perfil de gravidade do paciente e melhor estratégia de atuação. Somos rápidos e atendemos imediatamente. Nossos pacientes não ficam aguardando. Somos pontuais, humanos e sempre vamos fazer o melhor por eles. Vamos a qualquer hospital do Rio e Niterói sempre que alguém estiver com dor e precisando dos nossos cuidados estaremos juntos. Basta ligar e fazer a solicitação pelo nosso telefone.

Mas o hospital já tem uma equipe de ortopedia. Não sei quem são os médicos e não tenho referência. Gostaria de operar com você, tem problema?

Absolutamente não. A decisão de quem vai operar ou conduzir o caso de um paciente internado é sempre do doente e da sua família. Vamos a qualquer hospital do Rio e Niterói e conhecemos a grande maioria das equipes dos maiores hospitais. Atuamos sempre com muita cordialidade e utilizamos os melhores recursos de cada unidade a serviço do nosso paciente. Uma vez que assumimos o caso, a família não precisa mais se preocupar que nós conduzimos tudo de maneira ágil e com excelência.

O trauma ortopédico é uma das especialidades mais nobres da ortopedia e muitas vezes são conduzidos por profissionais não especialistas na área. Se trata da abordagem de pacientes que sofreram algum tipo de trauma e politraumatismo gerando grandes repercussões não só nos ossos, mas em vários outros órgãos e tecidos. A condução desses casos por profissionais não qualificados pode gerar sérias complicações. Tempo prolongado em terapia intensiva, internações hospitalares prolongadas, infecções secundárias e até mesmo o óbito. Esses tristes desfechos não são incomuns.  Acidentes automobilísticos, quedas de grandes alturas, e até mesmo quedas em casa (geralmente pacientes idosos), trazem um grande desafio para os profissionais envolvidos. Eles precisam ter grande expertise para avaliar o tempo ideal para a abordagem, escolher a melhor técnica cirúrgica e ter uma equipe multidisciplinar capacitada para manter o paciente nas melhores condições clinicas.

Eu não entendi por que o paciente do trauma ortopédico é tão grave e necessita de tantos cuidados. Me explica?

Então, um paciente que sofreu um trauma vem acompanhado de um processo inflamatório que acelera o metabolismo e consome energia do paciente. Ele chega ao hospital já muito debilitado e fraco.  Além disso, o paciente não passou por um preparo cirúrgico seja ele clínico ou psicológico. O trauma é um evento agudo, repentino e não esperado. Dessa forma, temos que ser ágeis para preparar o paciente rápido e acreditem, as horas fazem a diferença e uma equipe treinada e especializada é um grande diferencial nesse momento. Saber abordar a família, estar presente, acolher o paciente é um aspecto também indispensável. Se já não bastasse todos os desafios já citados, o cirurgião do trauma deve saber operar por diferentes técnicas para adequar aquela que melhor se aplica ao momento do paciente e seu estado geral. Uma escolha mal feita pode debilitar ainda mais o paciente levando a um desfecho negativo. Sou especializado em cirurgia do trauma ortopédico, membro titular da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico com experiência nacional e internacional tendo coordenado as principais emergência de trauma do Rio de Janeiro (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia- INTO, Hospital Copa D’or e Hospital São Lucas de Copacabana – DASA – COORDENADOR ATUAL). Meu mestrado defendido em 2016 foi um estudo aprofundado e publicado na Revista Brasileira de Ortopedia (RBO), avaliando os aspectos mais importantes nas fraturas do quadril (quebra do quadril em um acidente). Revisei todas as técnicas e os seus desfechos clínicos e estabeleci critérios que auxiliam o cirurgião na escolha do melhor tempo e forma de operar o doente. Tenho na minha equipe médica clínicos especializados no preparo e acompanhamento dos pacientes com esse perfil e anestesistas experientes que trabalham sempre em dupla (muitos serviços e equipes trabalham com um anestesista só). Os fisioterapeutas trabalham juntos há anos e já possuem sintonia e total integração. Trabalhamos em um conjunto cuidadosamente formado, com profissionais de excelência. Não aceito nada menos do que o melhor para meus pacientes e por isso os resultados são muito expressivos.

Quais são as principais causas e fraturas que você observa na sua prática diária?

É muito interessante que pode variar até mesmo com o clima e temperatura do momento. Dias de sol, observamos muitas fraturas de tornozelo e punho provenientes de acidentes em partidas de futebol. Interessante, que nessa época, aumentam os acidentes em ciclovias e praias com muitos pacientes machucados necessitando de cuidados específicos. Nos dias mais frios e em bairros com maior concentração de idosos, as fraturas de fêmur são as campeãs. Geralmente o idoso cai em casa e se machuca de forma grave necessitando de internação para osteossíntese (fixação da fratura) ou artroplastia (substituição do quadril com uma prótese).

Meu parente estando internado em outro hospital você e sua equipe podem assumir e conduzir o caso?

Claro. A decisão de quem vai cuidar do ente querido é sempre da família e do paciente. Nos casos que necessitam de um hospital de maior complexidade podemos até transferir para nosso centro de alta complexidade. Mandamos uma ambulância equipada buscar e utilizamos os recursos mais modernos para o cuidado completo do paciente. Atuamos em todos os hospitais do Rio e Niterói. Nossa equipe é ágil, e multidisciplinar. Tenho um time completo e altamente especializado no tratamento dos pacientes internados e graves.

Como eu faço para que você assumir o caso?

É muito simples. Basta ligar para o telefone que está no site. Vamos conversar e avaliar o caso. Uma vez que a família opte pelo tratamento especializado vamos ao hospital imediatamente e tomar todas as medidas necessárias para o melhor tratamento do paciente.